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PRIX VERSAILLES REVELA OS MUSEUS MAIS BELOS DO MUNDO DE 20262026-05-08O prestigiado prémio de arquitetura Prix Versailles revelou a lista de 2026 dos museus mais belos do mundo: só um é europeu. Não se trata apenas de acolher a beleza – trata-se de ser belo por dentro e por fora. A lista restrita, com apenas sete museus, inclui apenas um museu europeu... Continue a ler para saber qual. Sobre a seleção, Jérôme Gouadain, secretário-geral do Prix Versailles, sublinha: «A lista dos museus mais belos do mundo para 2026 distingue-se pela qualidade das suas interpretações arquitetónicas e da sua encenação, elevando os locais com um extraordinário poder narrativo. Em conjunto, estes museus ilustram de forma exemplar como a força e o talento podem revelar-se através da harmonia, da sensibilidade e da partilha.» E acrescenta: «Para lá da receção dos visitantes, esperamos que estes lugares sejam fonte de inspiração para todos os que servem o bem comum da humanidade.» Conheça os galardoados deste ano: — Zayed National Museum Abu Dhabi, Emirados Ãrabes Unidos. Projeto de: Norman Foster — Science & Technology Museum Shenzhen, China. Projeto de: Zaha Hadid Architects — Xuelei Fragrance Museum Guangzhou, China. Projeto de: Shenzhen Huahui Design — MoN Takanawa: The Museum of Narratives Tóquio, Japão. Projeto de: Kengo Kuma — National Medal of Honor Museum Arlington, Estados Unidos. Projeto de: Rafael Viñoly — Islamic Civilization Center Tashkent, Usbequistão. Projeto de: Shavkat Mirziyoyev — o único museu da UE a entrar na lista de 2026: Lost Shtetl Museum. Å eduva, Lituânia. Projeto de: Rainer Mahlamäki Em iÃdiche, shtetl significa «pequena cidade». Era assim que os judeus designavam as suas comunidades locais. O Lost Shtetl Museum, também conhecido como Museu Judaico de Å eduva, é um museu de história judaica pertencente a uma organização não governamental privada. Através de histórias ligadas a Å eduva, o museu apresenta a vida e as tradições das famÃlias judaicas que viviam na cidade, no municÃpio do distrito de RadviliÅ¡kis. O arquiteto finlandês Rainer Mahlamäki, que já tinha assinado o POLIN Museu da História dos Judeus Polacos, trabalhou em estreita colaboração com o gabinete de arquitetura paisagista Enea Landscape Architecture para conceber uma estrutura unificada cujos «telhados dinâmicos evocam a silhueta de uma pequena aldeia». A conceção urbana organiza-se em «casas individuais», cada uma dedicada a um capÃtulo distinto da exposição, como se fossem galerias autónomas. O edifÃcio do museu The Lost Shtetl ocupa uma área superior a 3 400 metros quadrados. Junto ao museu, o Memorial Park funciona como extensão deste memorial vivo. Três dos sete museus desta lista receberão ainda a distinção de um TÃtulo Mundial – Prix Versailles, Interior ou Exterior. As distinções serão anunciadas até ao final deste ano. Fonte: Euronews |













