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Ciclo de conversas Podia ser na TATE mas é aqui | 13 Jan a 29 Jun, São Luiz Teatro Municipal, Lisboa
Ciclo de conversas com artistas fundamentais do teatro contemporâneo em Portugal, em que André e. Teodósio convida artistas contrastantes para falar sobre os seus espetáculos, influências, inquietações, diálogo com pares, relação com o paÃs e com o público, e até sobre aquilo de que não gostam.
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EXPOSIÇÕES ATUAIS
ANNE IMHOF
FUN IST EIN STAHLBAD
Museu de Serralves - Museu de Arte Contemporânea, Porto
Ambiciosa a vários nÃveis, a primeira mostra individual da artista germânica em Portugal, em exibição no Museu de Serralves, afirma-se nas palavras da curadora Inês Grosso: como uma espécie de manifesto depurado da artista, uma sÃntese de vários temas que atravessam o seu trabalho nos últimos anos. Em causa, ao longo da exposição, encontra-se a ideia de liberdade na época contemporânea, tema fundamental na prática artÃstica de Imhof (1978), com particular incidência sobre a liberdade dos corpos e o modo como ideias de divertimento e lazer têm vindo a reproduzir lógicas de trabalho que contribuem para nos disciplinar e silenciar.| LER MAIS | MAFALDA TEIXEIRA |
COLECTIVA
SOPRO LUMINAR
Quinta da Cruz - Centro de Arte Contemporânea, Viseu
A luz é a possibilidade única de percepção e experiência visual do mundo. A luz é direcional, isola, realça e guia o olhar. Na esfera da arte, foi sempre um elemento central. Desvela figuras, paisagens e narrativas, mas também sentidos e emoções. Se nos frescos e mosaicos antigos, a luz era sobretudo simbólica, caso da luz divina e eterna, desde o Renascimento que foi compreendida e estudada enquanto fenómeno cientÃfico e ótico. Mas a luz ganhou uma renovada importância com o surgimento da fotografia, técnica dela integralmente dependente.| LER MAIS | CONSTANÇA BABO |
GERHARD RICHTER
GERHARD RICHTER
Fondation Louis Vuitton, Paris
A enorme exposição Gerhard Richter, com mais de 250 obras apresentadas cronologicamente, realizada em estreita colaboração com o artista, tem como objetivo apresentá-lo como um dos maiores pintores vivos e, em particular, como praticamente o único a ser simultaneamente abstrato e figurativo. A questão que permanece quando saÃmos da exposição é, na minha opinião, a seguinte: «Não há dúvida de que Richter é um artista totalmente único no seu trabalho figurativo, devido à sua utilização e subversão de imagens fotográficas. Mas, no que diz respeito à s suas pinturas abstratas, será ele tão original?| LER MAIS | MARC LENOT |
DENILSON BANIWA
CONTRA-FEITIÇO
Galerias Municipais - Galeria Quadrum, Lisboa
A primeira exposição individual de Denilson Baniwa em Lisboa configura uma presença simultaneamente polÃtica e ancestral. Com curadoria de Ritó Natálio e em diálogo com a rede Terra Batida, Baniwa desloca imagens históricas e reinterpreta acervos iconográficos que sustentam imaginários coloniais, afirmando a potência e a autonomia das narrativas indÃgenas. Segundo a curadora, a mostra propõe um deslocamento sensÃvel dos acervos e uma reapropriação crÃtica das imagens coloniais, abrindo espaço para a manifestação e a voz dos povos indÃgenas no cenário contemporâneo.| LER MAIS | BEATRIZ GALARDINI |
ISABELLE FERREIRA
NOTRE FEU
MAAT, Lisboa
Rasgões de madeiras esculpidos, quase falsos, demasiado belos. Madeira craquelada, sofrida, epidérmica. VestÃgios sobrepostos num jogo de cores texturadas. Há composições infalÃveis, onde a ruÃna não é forçada, não é efeito ou finalidade – a tentação fatalista e ficcionante. Pedaço de madeira como mapa, painel de hipóteses.| LER MAIS | MIGUEL PINTO |
SUSANNE S. D. THEMLITZ
HISTÓRIA NATURAL
Galeria Vera Cortês, Lisboa
“História Natural†é o nome que inaugura a entrada de uma elegante exposição apresentada em uma sala contÃnua. Composta por obras de subtil e delicado equilÃbrio, Susanne nos presenteia por meio do seu domÃnio técnico com uma espécie de fauna-flora de Sonho e História. A artista convoca as linhas de forças do surrealismo e da fantasia para um espaço de criação abstrata e reformulação de figuras sólidas que habitam um espÃrito lúdico, surreal e fantasioso de notável maturidade.| LER MAIS | MARIANA VARELA |
COLECTIVA
ASCENSÃO: VERS LA LUMIÈRE
Fundação Arpad Szenes - Vieira da Silva, Lisboa
O olhar estende-se em súplica na pintura. Estamos acompanhados do curador, Nuno Faria, que gentilmente nos faz uma visita guiada, providenciando algumas das suas chaves para esta exposição, como os nomes de trato Ãntimo entre os artistas, que, sendo mitológicos, desdobram o olhar em pensamento simbólico, i.e., pensamento que une e é jogo entre pares e Ãmpares em todo o espaço expositivo, outrora Fábrica de Tecidos e Seda — indicação relevante.| LER MAIS | MADALENA FOLGADO |
ARTECAPITAL RECOMENDA - EXPOSIÇÕES
24 JAN - RUI SANCHES: Linha e Mancha, Corpo e Máquina
CENTRO CULTURAL DE LAGOS
ARTECAPITAL RECOMENDA - EVENTOS
24 JAN - PERFORMANCE: Eu sou uma criança morta de Bárbara Fonte
SALA DA CIDADE


















