Links

ENTREVISTA



O STAND


O Stand é um projecto de cariz artístico, iniciado em 2019, albergado num stand de automóveis na Penha de França. Aparece como um desejo de um grupo misto, com formação artística e para- artística diversificada e com uma abrangente e diversificada experiência de mundo - que prefere não ser publicamente identificado, embora a sua identidade não seja um segredo - de criar a possibilidade de uma maior liberdade, potência, vivências e relações alternativas às que encontram, normativamente, no sistema artístico.
LER MAIS

O ESTADO DA ARTE



INÊS FERREIRA-NORMAN


VIVER NUMA REALIDADE PÓS-HUMANA: CIÊNCIA, ARTE E ‘OUTRAMENTOS’
A arte e a ciência, assim como a escrita, são elementos chave estruturais na construção da sociedade ocidental (e outras sociedades não-indígenas) e estão entrelaçados e enraizados naquilo a que se chama o excecionalismo humano. O excecionalismo define-se latamente como a ideia de que os humanos são soberanos do planeta e têm autoridade enquanto espécie de dominar no mundo. O desenvolvimento capitalista e académico estão intimamente ligados a esta crença de superioridade, que nos coloca fora do ciclo ecológico e ao qual muitas filosofias intersecionais se opõem.
LER MAIS

PERSPETIVA ATUAL

PEDRO CABRAL SANTO E NUNO ESTEVES DA SILVA


APROPRIAÇÃO E CITAÇÃO NA IMAGEM ARTÍSTICA _ PARTE 2
Vamos analisar três casos, sobejamente conhecidos, nos quais diferentes artistas produziram um conjunto de obras que partiam da apropriação de obras de outros artistas. Para que as situações sejam mais claras, escolhemos propositadamente obras que apropriam obras e artistas igualmente reconhecidos, e não obras que apropriam a cultura popular e o mundo do consumo, apesar de frequentemente os artistas que trabalham com a apropriação não estabelecerem essa distinção. Em qualquer dos casos, os artistas realizaram múltiplas obras a partir de cada uma das apropriações. São esses casos, L.H.O.O.Q. (1919-1965), de Marcel Duchamp; Portrait of V.I. Lenin, in the Style of Jackson Pollock (1979-1980), do colectivo Art & Language e The Last Supper (1986), de Andy Wharol.
LER MAIS


OPINIÃO

MARC LENOT


VIAGENS COM UM FOTÓGRAFO (ALBERS, MULAS, BASILICO)
A editora milanesa Humboldt Books publica, entre outras, uma coleção de pequenos livros de viagem em torno da obra de um fotógrafo (em italiano e em inglês), distribuídos pela les presses du réel. Aqui estão mais três da mesma coleção. O mais recente (e o primeiro da coleção com um não-italiano) diz respeito às viagens de Josef e Anni Albers ao México. Deixando a Bauhaus e refugiados nos Estados Unidos depois de 1933, os Albers descobriram no México um espaço de liberdade, e lá voltaram muitas vezes entre 1935 e 1940, depois entre 1952 e 1956.
LER MAIS

ARQUITETURA E DESIGN

RICARDO MARTINS E GONÇALO FURTADO


COMPREENSÃO DA CIDADE DO PORTO ATÉ AO SÉCULO XX
A cidade do Porto estabelece-se numa região litoral e granítica estáveis, como constata Daveau, junto ao rio Douro. Foi o vale deste rio que definiu a morfologia da paisagem até à foz e, (juntamente com outros cursos de água) a urbanidade. Com base nos vários autores referenciados ao longo do presente texto, é possível entender a compreensão da cidade do Porto na viragem para o século XX. Os grandes desafios que a cidade se deparou em termos de utilização do espaço e do seu desenvolvimento. Lições que não devemos esquecer na base de melhorar o entender do que sob ela existiu.
LER MAIS

ARTES PERFORMATIVAS

RODRIGO FONSECA


AURORA NEGRA
Aurora Negra representa a urgência dos corpos negros, urgência que continuará ainda durante muito tempo uma vez que estamos bastante longe de uma consciência colectiva política de que a nossa sociedade é estruturalmente racista. O discurso do revisionismo histórico colonial acabou de começar em Portugal, ao contrário de países como a França, a Inglaterra, o Brasil ou os EUA. Dizer isto não é dizer que a desigualdade social e económica das minorias racializadas nestes países esteja resolvida. Não está, e os seus contextos sociais e políticos, tal com o português, são terríveis, ainda profundamente racistas e discriminatórios.
LER MAIS




:: Open call art2act® em parceria com a Associação de Estudantes da Faculdade de Belas Artes da Universidade do Porto



PREVIEW

Ciclo Por uma canção | 2 a 21 Agosto, Cinemateca Portuguesa - Esplanada 39 Degraus


Não é um programa musical, não é um programa cantado, é um ciclo de filmes à volta de canções.
LER MAIS

EXPOSIÇÕES ATUAIS

PEDRO CALAPEZ

DEBAIXO DE CADA COR


Galeria Belo-Galsterer, Lisboa

Percecionamos a pintura através de uma intensa vibração. Numa forte expressão de largas pinceladas e manchas, o gesto dá ao visitante a dimensão da cor pura. Com Pedro Calapez, retomamos o prazer da contemplação da cor.
LER MAIS JOANA CONSIGLIERI

DIOGO COSTA AMARANTE

BE YOUR SELFIE


Solar - Galeria de Arte Cinemática, Vila do Conde
Do mundo como palco ao mundo como pano de fundo onde nos podemos visualmente insertar, vai um smartphone de distância. “Encontrar alguém a fotografar ou a fotografar-se tornou-se um elemento constitutivo de toda a paisagem”, diz Diogo Costa Amarante.
LER MAIS LIZ VAHIA

COLECTIVA

THE POWER OF MY HANDS. AFRIQUE(S) : ARTISTES FEMMES


Musée d’Art Moderne de la Ville de Paris, Paris
A maioria das peças são intrigantes e fascinantes. Tudo gira em torno do corpo da mulher, da sua afirmação, da sua emancipação; todas, ou quase todas, são subtis e jogam mais com metáforas que com uma afirmação militante básica.
LER MAIS MARC LENOT

COLECTIVA

A LINHA ESTÁ OCUPADA


CITA - Centro Interpretativo do Tapete de Arraiolos, Arraiolos
Nas recentes celebrações de “O tapete está na rua!”, evento anual sobre a temática do Tapete de Arraiolos, a geometria relaxou. Assim, anunciou Pedro Barateiro com a sua obra “Relaxed Geometry”, presente no CITA - Centro Interpretativo do Tapete de Arraiolos - remetendo para a (necessária) queda da tradição e das normas instituídas.
LER MAIS NUNO LOURENÇO

SUZANA QUEIROGA

O MUNDO SEGUE INDIFERENTE A NÓS


Maus Hábitos - Espaço de Intervenção Cultural, Porto
Influenciada pelo período de crise pandémica atual, a artista luso-brasileira aborda questões relacionadas com o tempo, fluxos, conceitos de infinito e finitude, numa mostra de elevado grau de envolvimento emocional e dimensão sociopolítica.
LER MAIS MAFALDA TEIXEIRA

ANA PÉREZ-QUIROGA

¿DE QUÉ CASA ERES?


Mupi Gallery, Porto
¿De qué casa eres? de Ana Pérez-Quiroga revela-nos a importância e o poder das imagens e dos objetos comuns enquanto veículos que promovem a reflexão sobre questões prementes da atualidade e cuja visita é indispensável.
LER MAIS MAFALDA TEIXEIRA

AI WEIWEI

RAPTURE


Cordoaria Nacional, Lisboa
Rapture, extensa e completa, com 85 objetos entre instalações, esculturas de várias dimensões, fotografias e vídeos, reflete a imensidão e a diversidade da obra de Ai Weiwei. Quanto à estrutura industrial do edifício da Cordoaria Nacional, considera-se que se coaduna com as obras expostas, formal e conceptualmente, talvez mais do que ocorreria num habitual white cube.
LER MAIS CONSTANÇA BABO