Vista da exposição “comunidade”| Imagem: Mandy Barata


Exposição “comunidade”, Melissa Rodrigues com o Coletivo Chá das Pretas, “cabelo”, 2017 | Imagem: Mandy Barata


Exposição “comunidade”, Luísa Cunha, “Artista à procura de si própria”, 2015 | Imagem: Mandy Barata


Vista da exposição “comunidade”| Imagem: Mandy Barata


Exposição “comunidade”, Armanda Duarte, “uma bata e uma combinação”, 2008 | Imagem: Mandy Barata


Exposição “comunidade”, Luísa Abreu e Maria Bernardino (Didático obscuro), “O Gabinete Dourado”, 2021 | Imagem: Mandy Barata


Vista da exposição “comunidade”| Imagem: Mandy Barata


Exposição “comunidade”, Luísa Abreu e Maria Bernardino (Didático obscuro), “O Gabinete Dourado”, 2021 | Imagem: Mandy Barata


Exposição “comunidade”, Luísa Abreu e Maria Bernardino (Didático obscuro), “O Gabinete Dourado”, 2021 | Imagem: Mandy Barata


Vista da exposição “comunidade”| Imagem: Mandy Barata


Exposição “comunidade”, Andreia Coutinho, “HAIR”, 2017 | Imagem: Mandy Barata


Exposição “comunidade”, Andreia Coutinho, “HAIR”, 2017 | Imagem: Mandy Barata


Exposição “comunidade”, Cristina Regadas e Lauren Moya Ford, “Correspondência”, 2021 | Imagem: Mandy Barata


Exposição “comunidade”, Cristina Regadas e Lauren Moya Ford, “Correspondência”, 2021 | Imagem: Mandy Barata


Exposição “comunidade”, Cristina Regadas e Lauren Moya Ford, “Correspondência”, 2021 | Imagem: Mandy Barata


Exposição “comunidade”, Cristina Regadas e Lauren Moya Ford, “Correspondência”, 2021 | Imagem: Mandy Barata


Exposição “comunidade”, Cristina Regadas e Lauren Moya Ford, “Correspondência” 2021, (fotograma) | Imagem: Mandy Barata


Exposição “comunidade”, Cristina Regadas e Lauren Moya Ford, “Correspondência” 2021, (fotograma) | Imagem: Mandy Barata


19 Exposição “comunidade”, Mariana Pinho, “Campo de forças”, 2021 | Imagem: Mandy Barata


Exposição “comunidade”, Mariana Pinho, “Campo de forças”, 2021 (fotograma) | Imagem: Mandy Barata

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comunidade


 

Luísa Abreu, Maria Bernardino, Armanda Duarte, Luísa Cunha, Cristina Regadas, Lauren Moya Ford, Andreia Coutinho, Melissa Rodrigues, Mariana Pinho, Dylena (Diogo Lança Branco e Helena Ribeiro), Catarina Real, Gulherme Raj, cooperativa Rizoma, Ana Luísa Janeira, Escola da Procrastinação, Escola do Reparar, E.S.C.O.L.A.S, Mariana Desidério, José Costa

 

Curadoria de Catarina Real

 

 

comunidade

25 Setembro–13 Novembro 2021

 

A comunidade conta com as obras em permanência de Luísa Abreu e Maria Bernardino, Armanda Duarte, Luísa Cunha, Cristina Regadas e Lauren Moya Ford, Andreia Coutinho, Melissa Rodrigues com o Colectivo Chá das Pretas e Mariana Pinho. Será vivida em registo de residência artística por Diogo Lança Branco e Helena Ribeiro (Dylena) em articulação com a colaboração da Cooperativa Rizoma. A activação deste encontro orquestrado por Guilherme Raj e Catarina Real tomará a forma de conversa de apresentação da cooperativa, conversa em torno do conceito de rizoma com Ana Luísa Janeira, workshops - de fermentados e de linguagem inclusiva -, e assembleia final Dylena-Rizoma. 

Durante a exposição acontecerá um encontro de escolas cúmplices; Escola da Procrastinação; Escola do Reparar e Escolas assim como uma conversa com a trancista e investigadora Mariana Desidério. Acontecerá também uma Oficina orientada por José Costa intitulada “Terras Caídas”, de participação livre mediante inscrição via e-mail: plataformarevolver@gmail.com

Esta exposição viva tem a curadoria de Catarina Real.

 

A ideia de comunidade vem simultaneamente dos campos da Sociologia e da Ecologia, onde, no primeiro serve, idealmente, o lugar das relações baseadas nos sentimentos como a amizade ou boa vizinhança, em contraste com com as relações baseadas em interesses, económicos ou políticos. Já na segunda, é uma referência à totalidade dos organismos vivos que pertencem a um ecossistema determinado e às suas componentes e propriedades. Estrutura, fluxos, diversidade, processos são palavras que fazem parte deste vocabulário, assim como entram no vocabulário do fazer artístico. Assim, esta exposição toma as obras e as pessoas participantes como produtoras de discurso que inflectem sobre o tecido da realidade num fenómeno de dupla reflexão, salientando o seu poder de apresentação de alternativas, o que contribuirá para a retirada do objecto do lugar passivo para o colocar no lugar político activo de pensar: como melhor formar comunidade?, como assimilação do comum mas igualmente como agregação de vida e seus funcionamentos.  

 

Curadoria Catarina Real

 

>> Folha de Sala 

 

PROGRAMA

 

Colaboração Rizoma:

1 Outubro,17h30 - Apresentação da Cooperativa Rizoma
08 de Outubro,17h30 - conversa com Ana Luísa Janeira sobre o conceito de rizoma
15 de Outubro, 17h30 - Workshop de Linguagem Inclusiva com Shane
29 de Outubro,17h30 - Workshop de Fermentados com Hugo Dunkel*
12 de Novembro, 17h30 - Assembleia Rizoma - Dylena para pensar-junto o desperdício, existência e re-existência


Encontro de Escolas Cúmplices:

7 Outubro, 17h00 - Escola do Reparar
21 de Outubro, 17h00 - E.S.C.O.L.A.S.
04 Novembro,17h00 - Escola da Procrastinação


Oficina Terras Caídas - orientação José Costa*:

09 Outubro, 15-18h
16 Outubro, 15-18h
23 Outubro, 15-18h
30 Outubro, 15-18h


Conversas:

14 de Outubro, 17h30 - Conversa com Mariana Desidério, Andreia Coutinho e Melissa Rodrigues

 

*Os workshops e as oficinas estão sujeitos a inscrição prévia mediante envio de email para plataformarevolver@gmail.com

 

As oficinas são limitadas a um número máximo de 10 participantes, a partir dos 10 anos de idade.

 

 

 

Biografias

Luísa Abreu (Amarante, 1988) vive e trabalha no Porto. É co-fundadora do Núcleo de Investigação PARALAXE - um projeto de criação e investigação entre a prática artística e a investigação científica. Integrando o painel de investigadores do i2ADS da FBA UP. É programadora e artista com o coletivo Rua do Sol com quem gere o espaço independente Galeria do Sol, no Porto. Colabora recentemente com Maria Bernardino no projeto Didático Obscuro, sobre o jogo enquanto prática artística.

 

Maria Bernardino (Macau,1992) vive e trabalha em Lisboa. Estudou na ESAD-CR de Caldas da Rainha e no Ar.Co. Desde 2013 tem exposto o seu trabalho regularmente e participado em diversas residências artísticas. O seu trabalho utiliza diferentes médiuns, tais como o desenho, a escultura, o vídeo, e mais recentemente a escrita. Interessa-se por diferentes assuntos como: o poder mágico apreendido de diferentes povos e culturas, métodos terapêuticos e formas alternativas de encontro com o outro. De momento encontra-se a colaborar com a artista Luísa Abreu no projeto Didático Obscuro, projeto onde as artistas questionam o ato de jogar e o jogo enquanto prática artística.

 

Armanda Duarte (Praia do Ribatejo,1961). Licenciada pela Faculdade de Belas Artes de Lisboa, cidade onde vive e trabalha. Em 1996 e 2006 foi apoiada pela Fundação C.Gulbenkian e, em 2001 pela Fundação Luso Americana para o Desenvolvimento. Expõe, com regularidade, individual e coletivamente, desde finais dos anos 80 do século passado. A exposição individual mais recente, Abafador, decorreu no Sismógrafo, Porto, em 2019. 

 

Cristina Regadas vive e trabalha no Porto. O seu trabalho explora o conceito de tempo a partir da fotografia, da matéria orgânica, dos arquivos de imagens e da memória. Através da recolha e apropriação de elementos oriundos destes sistemas, Cristina Regadas justapõe e cria sedimentações de objetos que procuram compor narrativas histórico-poéticas paralelas do passado e do presente.

 

Lauren Moya Ford é artista e escritora sediada em Austin, Texas. Expôs em diversos espaços artísticos em Houston, Madrid, Montreal, Filadélfia, Porto e Tóquio. Os seus textos foram publicados na Apollo, Art Papers, BOMB Magazine, Flash Art, Frieze, Hyperallergic, Mousse Magazine, entre outras, e em catálogos de exposições nos Estados Unidos, Espanha e Portugal.

 

Andreia C. Coutinho (1986) é ilustradora e mediadora/arte-educadora. É licenciada em Pintura pela FBAUL(2009) e Master of the Arts em Ilustração pela Kingston University (2015). Autora da zine Hair (SapataPress 2018) e colaboradora de vários projetos de publicação independente em Portugal. Trabalha em museus desde 2010 e é um dos membros fundadores do colectivo de activismo curatorial Coletivo Faca.  

 

Mariana Pinho estuda plantas, humanos e semiótica.

 

Melissa Rodrigues vive no Porto é performer, arte-educadora, curadora e ativista. É pós-graduada em performance pela FBAUP, licenciada em Antropologia pela FCSH-UNL e tem formação em Artes Performativas - Formação Intensiva Acompanhada, F.I.A. - , pelo c.e.m. em Lisboa. Enquanto investigadora nestas áreas da Performance e Cultura Visual tem desenvolvido pesquisa em Imagem e Representação do Corpo Negro em colaboração com artistas visuais, cientistas sociais e performers.  Participa frequentemente em projetos colaborativos e interdisciplinares que relacionam arte, experimentação e ativismo. 
cabelo, é uma performance colaborativa criada com o coletivo Chá das Pretas em 2017 no Porto.

 

Diogo Lança Branco (Lisboa, 1993). Com formação académica em pintura, na Faculdade de Belas-Artes de Lisboa, prosseguiu o desenvolvimento do seu trabalho maioritariamente focado em pintura e desenho até ao momento presente, agora pesquisando as interligações entre (e dentro) das artes visuais, plásticas, da escrita e uma aproximação mais recente ao estudo e integração de movimento e dança nos seus projetos.

 

Helena Falcão (Porto, 1995). Licenciada em Estudos Gerais, pela FLUL. A meio do curso de Licenciatura, dedicou um semestre a um estágio de investigação no centro em movimento (c.e.m). Depois de um mestrado em Comunicação e Artes, segue estudando possibilidades de encontro.

 

Luísa Cunha (Lisboa, 1949). Curso Avançado de Escultura no Ar.Co., Lisboa. Expõe desde 1993. As suas exposições individuais incluem entre outras, O material não aguenta, Atelier Museu Júlio Pomar; Luisa Cunha, exposição antológica, Fundação de Serralves, 2007; Words for Gardens, Chiado 8, 2006. Das várias exposições colectivas destacam-se 34ª Bienal de São Paulo, 2021 Grito (The Cry), MUSAC, León, Spain, 2011; I’m Not Here. An Exhibition Without Francis Alÿs, De Appel Arts Centre, Amesterdão, 2010; IV Bienal de Jafre, Spain, 2009; Oh!, Galeria Miguel Nabinho, Lisboa, 2008; Stream, Whitebox, New York, 2007; Partitura, Casa da Música, Porto, 2007; The Invisible Show, exposição itinerante por: Center for Contemporary Art, Tel Aviv, Israel, 2007; Centro José Guerrero, 2007 e MARCO – Museo de Arte Contemporánea, Vigo, 2006; Sydney Biennial, Austrália 2004; Jornadas de arte contemporânea, Palácio do Freixo, Porto, 1996; Peninsulares, Galeria de Antoni Estrany, Barcelona, 1995.

 

Gulherme Raj nasceu no Rio de Janeiro e é doutorando no departamento de governança ambiental dentro do Copernicus Institute for Sustainable Development, na Universidade de Utrecht, Holanda. A sua investigação faz parte do projeto UNMAKING e busca aprofundar o entendimento sobre o papel do poder em processos de transformação social que desfazem instituições e práticas capitalistas. Particularmente, transformações no setor agro-alimentário influenciadas por comunidades de base na Itália e em Portugal, por exemplo as comunidades que suportam a agricultura (CSA). Além disso, Guilherme é membro da cooperativa Rizoma, em Lisboa, onde é co-responsável pelo contínuo abastecimento de produtos à mercearia.

 

Cooperativa Rizoma é uma mercearia comunitária, participativa e autogerida feita pela e para a comunidade que garante produtos de qualidade a preços justos para quem produz e coopera. O projeto é baseado em valores sociais, ecológicos e colaborativos e não no lucro. É uma iniciativa cidadã coletiva que visa combinar qualidade, sustentabilidade, saúde, preços justos, transparência, colaboração, educação, solidariedade e cidadania ativa.

 

Catarina Real (1992, Barcelos). É licenciada em Artes Plásticas pela FBP UP, e mestre em Ciências da Comunicação pela FCSH-UNL. Com um foco multidisciplinar, o seu trabalho reúne prática e teoria, e está intrinsecamente relacionado com projetos coletivos, afetivos e colaborativos. Encontra-se de momento a desenvolver projetos, maioritariamente em colaborações de longa duração, que vão da curadoria à coreografia.

 

Ana Luísa Janeira é filósofa, investigadora, professora, cidadã. Como professora deu aulas em múltiplas instituições, ao longo de quarenta anos: em Portugal - Porto (1966-67), Lisboa (1969-10), Coimbra (1986-88), Funchal (1978-88); na Europa - Montpellier (1971-73) e Sheffield (1973-74); nas Américas - Québec, Pernambuco, Minas Gerais, Mato Grosso, Rio de Janeiro, São Paulo, Rio Grande do Sul, Paraná e Missiones (1976-10). Cabe destacar que o seu principal eixo docente concentrou-se na Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa: Departamento de Química e Bioquímica (1976-07) e Secção Autónoma de História e Filosofia das Ciências (2007-10).

 

Escola da Procrastinação O título Escola de Procrastinação usa a aspereza da palavra e da acção de “procrastinar” para introduzir algum sentido de humor em ideias que tendem a instalar-se como clichés, como, por exemplo, criação, invenção, inovação. Nesta proposta, importou-nos perceber algumas estratégias de construção de um outro “lugar-comum”, um comum-lugar que se aproximasse mais da construção de comunidade, de partilha de critérios reconhecíveis de sensibilidade e de afectos humanos.

 

Escola do Reparar Posicionando-se no seio de uma tarefa paradoxal e urgente, entre a irreparabilidade do mundo-como-É e o compromisso ético com a sua reparação, no campo vivo de lutas político-afetivas que temos habitado, a Escola do Reparar assenta-se no ‘entre’, enquanto instância perene de experimentação e reimaginação do que queremos e podemos enquanto comunidades.

 

E.S.C.O.L.A.S. é um encontro de artistas que nos últimos anos foram responsáveis pela conceção e realização de cursos independentes de artes performativas em Portugal, com vista à problematização das relações de poder/saber em contextos de aprendizagem e produção de conhecimento, tendo o corpo e o coletivo como focos.

 

Sílvia Pinto Coelho (Coimbra 1975) é coreógrafa e investigadora integrada no ICNOVA-FCSH (CEEC, FCT). Doutorada e mestre em Ciências da Comunicação, licenciada em Antropologia e bacharel em Dança, frequenta o c.e.m. desde 1994, faz o CIDC do Forum Dança (1997-99) e frequenta a Tanzfabrik (Berlim 2002-05). Desde 1996 que coreografa e participa em processos de pesquisa, de pedagogia e em filmes com colaboradores de várias áreas. Participa nas actividades de grupos de trabalho pluridisciplinares como: o AND_Lab, o Sense Lab, ou o baldio-estudos de performance, bem como na Composição em Tempo Real do atelier Real. A sua tese de doutoramento Corpo, Imagem e Pensamento Coreográfico, da Pesquisa Coreográfica Enquanto Discurso, os exemplos de Lisa Nelson, Mark Tompkins, Olga Mesa, e João Fiadeiro (2016) é também fruto do contacto próximo com os processos de investigação artística destes coreógrafos. No ICNOVA, integra o grupo de Performance e Cognição, colaborando na organização dos seminários permanentes e no site Cratera. Faz parte da direcção da revista online INTERACT, desde 2019.

 

Fernanda Eugenio é artista, investigadora e educadora. Dirige, desde 2011, a plataforma AND_Lab | Arte-Pensamento e Políticas da Convivência, com sede em Lisboa e núcleos no Rio de Janeiro, em São Paulo, em Curitiba, em Brasília (Brasil) e em Madrid (Espanha). Atua na construção de práticas politico-afetivas encarnadas e modos de fazer transversais para a com-posição relacional, o cuidado-curadoria íntimo e coletivo e a criação por re-materialização. Nomeadamente, através do Modo Operativo AND (MO_AND), metodologia de cunho ético-estético e somático-político, que criou e tem vindo a desdobrar desde os anos 2000, dedicada à sintonização com a experiência sensível da inseparabilidade e à pesquisa dos processos de emergência, no entrelaçamento entre fazeres artísticos, processos participativos, política, espiritualidade e subjetividade. É pós-doutorada (ICS/UL), doutorada e mestre (UFRJ/MN) em Antropologia Social, foi professora adjunta de Ciências Sociais da PUC-Rio (2005-12) e pesquisadora associada do CESAP/IUPERJ (2003-2017). Nos últimos vinte anos tem atuado como artista/professora convidada em diversos programas de formação em ciências sociais e humanas, artes e performance, sobretudo na Europa e na América do Sul, com passagens também por EUA, Canadá, Nova Zelândia e Vietname. 

 

Carlos Oliveira é coreógrafo, performer e investigador. Doutor pelo Programa UT Austin | Portugal com a tese Objectos Coreográficos: Abstracções, Transducções, Expressões (2016) e Bacharel em Dança Contemporânea: Coreografia e Contexto pela Universidade de Artes de Berlim (2010). Frequentou os cursos: Artes Performativas Interdisciplinares da Fundação Calouste Gulbenkian (2008), Criatividade Ciêntífica e Investigação Artística do AND_Lab (2011) e Symposium de Práticas Artísticas da Associação Mezzanine (2017). Foi investigador associado do Colab UT Austin | Portugal (2010-2011), do Centro Inter-Universitário de Dança de Berlim (2013-2014) e do Centro de Linguística da Universidade Nova de Lisboa (2010-2016). Actualmente, nesta universidade, é investigador integrado no Grupo de Investigação Performance e Cognição do Instituto de Comunicação da Nova (ICNova). Foi coordenador nacional do sector de teatro do INATEL (2005), director artístico do Novo Circo do Ribatejo (2004-2007), Professor Adjunto de Estudos dos Média no Instituto Superior de Tecnologias Avançadas de Lisboa (2015-2016) e Professor Adjunto de Corpo e Movimento na Escola Superior de Teatro e Cinema do Instituto Politécnico de Lisboa (2019-2020). 

 

Mariana Desidério (Salvador BA). É licenciada em Artes Plásticas pela Universidade Federal da Bahia e mestranda em Antropologia da Imagem FCSH-UNL. Mariana dedica-se há mais de 20 anos ao estudo das Tranças e suas simbologias e dá nome a sua pesquisa de Cabeça Feita, O Significado das Tranças na Tribo Mumuila, inspira-se na relação do cabelo como linguagem para os ciclos humanos e como fonte de libertação de padrões. Atua no mercado estético como trancista e é nesse lugar que desempenha a sua função profissional e faz dele também o seu campo de pesquisa.

 

José Costa (Barcelos,1991). É licenciado em Artes Plásticas e mestre em Pintura pela FBA UP. Expõe regularmente desde 2014. Entre 2015-2016 integrou a equipa de curadoria do Projeto Galeria Painel. Colabora com o Serviço Educativo do Museu de Arte Contemporânea de Serralves desde 2017. Faz parte da equipa do projeto Janelas Para o Mundo desde 2019, um projeto de workshops mensais nos Estabelecimentos Prisionais de Custóias e Santa Cruz do Bispo. Desde 2021 co-coordena com Joana Patrão o projecto Educativo Sandbox na Appleton Associação Cultural.

 

Hugo Dunkel (Porto) é sinónimo de cultura alimentar. Formou-se em diversas áreas: Design de Produto, Alimentos Fermentados, Agricultura Biodinâmica, Encadernação, Permacultura e Nutrição Ortomolecular. Tem um grande interesse nas narrativas alimentares, na permacultura enquanto metodologia de design e um grande fascínio pelo mundo da fermentação alimentar. Desenvolve formação, consultoria, projectos e programação cultural em torno do pensamento crítico e criativo sobre estas matérias, com museus, teatros e outras instituições culturais e agrícolas. 

 

 

 

 

 


 

 

 

 

 

 


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