<?xml version="1.0" encoding="iso-8859-1"?><rss version="2.0" xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">
<channel>
<title>Críticas artecapital.art</title>
<description>A Revista da Arte Contemporânea</description>
<link>http://www.artecapital.art/</link>
<language>pt-pt</language>
<item>
<title><![CDATA[ROSA BARBA | DRAWING VOCABULARIES]]></title>
<link>http://artecapital.art/criticas.php?critica=951</link>
<description><![CDATA[ENG]]></description>
<dc:creator>artecapital.art</dc:creator>
<dc:date>2026-05-21</dc:date>
<dc:subject><![CDATA[DRAWING VOCABULARIES]]></dc:subject>
</item>
<item>
<title><![CDATA[ROSA BARBA | DESENHAR VOCABULÃRIOS]]></title>
<link>http://artecapital.art/criticas.php?critica=950</link>
<description><![CDATA[Barba trabalha, sobretudo, a relaÃ§Ã£o imbricada do cinema com a arquitetura e a escultura, rasgando a sua forma e seu conteÃºdo em direÃ§Ã£o a um cinema expandido. Suas exibiÃ§Ãµes caracterizam-se por uma abertura da maquinaria fÃ­lmica para tornÃ¡-la um artefacto arquitectÃ³nico. Barba revela-lhe e modifica-lhe o funcionamento, experimenta e reorganiza suas peÃ§as e pÃµe-nas a trabalhar de uma maneira sinfÃ³nica com o espaÃ§o, trazendo ao mesmo tempo a evidÃªncia do seu apreÃ§o pelas formas fÃ­lmicas, que se tornam verdadeiras esculturas, e um forte carÃ¡cter conceptual.]]></description>
<dc:creator>artecapital.art</dc:creator>
<dc:date>2026-05-21</dc:date>
<dc:subject><![CDATA[DESENHAR VOCABULÃRIOS]]></dc:subject>
</item>
<item>
<title><![CDATA[CATHERINE OPIE | TO BE SEEN]]></title>
<link>http://artecapital.art/criticas.php?critica=949</link>
<description><![CDATA[Reconhecida, sobretudo, pela forma como retrata e apresenta diferentes identidades, comunidades e estruturas de poder, Opie Ã© a autora de uma vasta e impressionante obra. Nos Ãºltimos 35 anos, tem-se dedicado sobretudo Ã  fotografia de retrato em diversos contextos e sob diferentes formatos, apresentando, sempre, uma estÃ©tica cuidada, recorrentemente inspirada em movimentos artÃ­sticos da pintura clÃ¡ssica e visualidades prÃ³prias do tradicional estÃºdio de fotografia.]]></description>
<dc:creator>artecapital.art</dc:creator>
<dc:date>2026-05-19</dc:date>
<dc:subject><![CDATA[TO BE SEEN]]></dc:subject>
</item>
<item>
<title><![CDATA[COLECTIVA | UM SILABÃRIO POR RECONSTRUIR IV]]></title>
<link>http://artecapital.art/criticas.php?critica=948</link>
<description><![CDATA[Submetida a uma temÃ¡tica especifica, JosÃ© MaÃ§Ã£s de Carvalho elegeu como mote de Um SilabÃ¡rio por Reconstruir considerar a obra de arte visual por analogia Ã  obra literÃ¡ria, numa relaÃ§Ã£o entre a palavra e a imagem â€“ o dizÃ­vel e o visÃ­vel â€“ apresentando como leitmotiv a existÃªncia de um potencial narrativo em todas as obras. A partir dos universos artÃ­stico e literÃ¡rio â€“ incluindo elementos paratextuais â€“ observamos a diversidade de peÃ§as que compÃµem a exposiÃ§Ã£o que entre pintura, desenho, bordado, escultura, vÃ­deo e instalaÃ§Ã£o, sugerem uma leitura narrativa.]]></description>
<dc:creator>artecapital.art</dc:creator>
<dc:date>2026-05-13</dc:date>
<dc:subject><![CDATA[UM SILABÃRIO POR RECONSTRUIR IV]]></dc:subject>
</item>
<item>
<title><![CDATA[CRISTINA ROBALO | ANTES DE SUBIR Ã€ TONA]]></title>
<link>http://artecapital.art/criticas.php?critica=947</link>
<description><![CDATA[Um exercÃ­cio de distinÃ§Ã£o, sem perder de vista o fundo, Ã© o que nos propÃµe a exposiÃ§Ã£o <i>antes de subir Ã  tona</i>, de Cristina Robalo. Com curadoria de SÃ©rgio Fazenda Rodrigues, a exposiÃ§Ã£o ocupa o espaÃ§o de arte contemporÃ¢nea da FundaÃ§Ã£o Carmona e Costa com obras em formatos e tÃ©cnicas distintas que, mesmo assim ou por isso mesmo, constituem uma coerente exploraÃ§Ã£o da ideia de desenho e da condiÃ§Ã£o de um "indistinto distintoâ€.]]></description>
<dc:creator>artecapital.art</dc:creator>
<dc:date>2026-05-09</dc:date>
<dc:subject><![CDATA[ANTES DE SUBIR Ã€ TONA]]></dc:subject>
</item>
<item>
<title><![CDATA[COLECTIVA | SOUND FIELD]]></title>
<link>http://artecapital.art/criticas.php?critica=946</link>
<description><![CDATA[Quando nos posicionamos sobre uma obra de arte sonora, importa debruÃ§armo-nos sobre as questÃµes de ordem sistÃ©mica da arte, bem como o seu domÃ­nio relacional. A arte sonora compreende, como disciplina artÃ­stica, uma componente multissensorial e interdisciplinar. Com a preocupaÃ§Ã£o na experiÃªncia do ouvinte, sobretudo no intento de desafiar a novas escutas e descobertas, articula tecnologia, instalaÃ§Ã£o, escultura, artes visuais, mÃºsica experimental, composiÃ§Ãµes sÃ³nicas abstractas.]]></description>
<dc:creator>artecapital.art</dc:creator>
<dc:date>2026-05-05</dc:date>
<dc:subject><![CDATA[SOUND FIELD]]></dc:subject>
</item>
<item>
<title><![CDATA[SILVESTRE PESTANA | COLAPSO]]></title>
<link>http://artecapital.art/criticas.php?critica=945</link>
<description><![CDATA[A combinaÃ§Ã£o infinita das palavras selecionadas pelo artista lembra a atual partilha facilitada de informaÃ§Ã£o e a constante luta de uma verdade no meio de tantos significados. Regressando Ã  poesia concreta e Ã  arte experimental, a poesia de Silvestre Pestana Ã© intemporal e propÃµe a reformulaÃ§Ã£o de um poema num ato sensorial e visual. Deste modo, o artista oferece-nos um espaÃ§o para refletir no poder das tecnologias enquanto forÃ§a para criar e destruir. Pode-se entender que Ã© da responsabilidade humana identificar quando estes momentos de rutura aprisionam e desencadeiam consequÃªncias irreversÃ­veis.]]></description>
<dc:creator>artecapital.art</dc:creator>
<dc:date>2026-04-30</dc:date>
<dc:subject><![CDATA[COLAPSO]]></dc:subject>
</item>
<item>
<title><![CDATA[TARRAH KRAJNAK | REPOSE EXPOSE COUNTERPOSE]]></title>
<link>http://artecapital.art/criticas.php?critica=944</link>
<description><![CDATA[Ocupando as amplas salas da Fondation A, a artista apresenta um conjunto de sÃ©ries que flutuam entre a autorrepresentaÃ§Ã£o e a desconstruÃ§Ã£o de arquivos histÃ³ricos. Seu trabalho configura uma prÃ¡tica fotogrÃ¡fica heterogÃªnea que subverte o cÃ¢none. Marcada por um profundo viÃ©s polÃ­tico e por uma estÃ©tica monocromÃ¡tica, a produÃ§Ã£o artÃ­stica de Krajnak investiga as cicatrizes de um conturbado perÃ­odo da histÃ³ria peruana, o genocÃ­dio de povos originÃ¡rios nas AmÃ©ricas e as representaÃ§Ãµes do corpo feminino. O resultado Ã© um acervo plural que funciona como uma complexa crÃ­tica a violÃªncias histÃ³ricas e epistemolÃ³gicas.]]></description>
<dc:creator>artecapital.art</dc:creator>
<dc:date>2026-04-29</dc:date>
<dc:subject><![CDATA[REPOSE EXPOSE COUNTERPOSE]]></dc:subject>
</item>
<item>
<title><![CDATA[TARRAH KRAJNAK | REPOSE EXPOSE COUNTERPOSE]]></title>
<link>http://artecapital.art/criticas.php?critica=943</link>
<description><![CDATA[ENG]]></description>
<dc:creator>artecapital.art</dc:creator>
<dc:date>2026-04-29</dc:date>
<dc:subject><![CDATA[REPOSE EXPOSE COUNTERPOSE]]></dc:subject>
</item>
<item>
<title><![CDATA[COLECTIVA | O PODER DE MINHAS MÃƒOS]]></title>
<link>http://artecapital.art/criticas.php?critica=942</link>
<description><![CDATA[Se continuo cÃ©ptica a â€œexposiÃ§Ãµes de mulheresâ€ ou â€œexposiÃ§Ãµes que dÃ£o a ver o femininoâ€ e variaÃ§Ãµes destes mesmos testemunhos, a verdade Ã© que nÃ£o tenho como questionar a forÃ§a que esta exposiÃ§Ã£o ganha ao reunir num mesmo espaÃ§o abordagens artÃ­sticas que tÃªm um mesmo horizonte. Diz Suzana Sousa em vÃ­deo promocional da exposiÃ§Ã£o que a origem geogrÃ¡fica das artistas se espraia pelas histÃ³rias e lutas e tambÃ©m pela partilha. NÃ£o seria por isso possÃ­vel, na sua colocaÃ§Ã£o, identificar nenhuma das artistas pela sua geografia individual, significando isto que a experiÃªncia de ser mulher Ã© partilhada intrinsecamente, mesmo que marcada pela sua definiÃ§Ã£o social e cultural, apÃ³s o danosÃ­ssimo perÃ­odo colonial.]]></description>
<dc:creator>artecapital.art</dc:creator>
<dc:date>2026-04-29</dc:date>
<dc:subject><![CDATA[O PODER DE MINHAS MÃƒOS]]></dc:subject>
</item>
</channel>
</rss>