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<title>Críticas artecapital.art</title>
<description>A Revista da Arte Contemporânea</description>
<link>http://www.artecapital.art/</link>
<language>pt-pt</language>
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<title><![CDATA[JENNY HOLZER | WRONG ANSWERS]]></title>
<link>http://artecapital.art/criticas.php?critica=960</link>
<description><![CDATA[A obra de Jenny Holzer Ã© brilhante, pertinente e urgente. Ã‰ polÃ­tica e social, expondo a pluralidade e a contradiÃ§Ã£o das ideologias. A atual exposiÃ§Ã£o da artista, inaugurada no passado dia 18 de junho no Museu de Serralves, reflete a atualidade e o estado do mundo. Transporta o universo exterior para dentro do espaÃ§o expositivo de um modo inteligente, direto e provocador.]]></description>
<dc:creator>artecapital.art</dc:creator>
<dc:date>2026-06-29</dc:date>
<dc:subject><![CDATA[WRONG ANSWERS]]></dc:subject>
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<title><![CDATA[GRADA KILOMBA | O FUNDO DO MUNDO]]></title>
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<description><![CDATA[Ã‰ facto que o interesse na obra de Grada Kilomba representa um ponto de partida favorÃ¡vel nas discussÃµes sociopolÃ­ticas que propÃµe, e na legitimaÃ§Ã£o do papel fundamental de artistas afrodescendentes, ou da(s) periferia(s) social/sociais, na arte contemporÃ¢nea portuguesa, e nÃ£o sÃ³. Mas, simultaneamente, como separar este sentido de responsabilidade de uma troca mercantil, de favores, em que a presenÃ§a da artista se detÃ©m como prova de superaÃ§Ã£o? De que nos vale a condenaÃ§Ã£o e cura dos traumas da humanidade se estamos no convÃ­vio de uma inauguraÃ§Ã£o, entre cervejas e fotografias para o <i>Instagram</i>?]]></description>
<dc:creator>artecapital.art</dc:creator>
<dc:date>2026-06-24</dc:date>
<dc:subject><![CDATA[O FUNDO DO MUNDO]]></dc:subject>
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<title><![CDATA[JOANA VASCONCELOS | TRANSFIGURACIÃ“N]]></title>
<link>http://artecapital.art/criticas.php?critica=958</link>
<description><![CDATA[The works, spanning three decades of the artistâ€™s practice, are brought together under the curatorial concept of <i>Transfiguration</i>. The title, drawn from the biblical episode of the Transfiguration of Christ, replaced an earlier, more nationally inflected proposal that would have named the exhibition â€œPortugal.â€ Rather than foregrounding a cultural or national framework, the curators ultimately opted for what they understood as the common ground between Vasconcelos and Picasso: the transformation of form itselfâ€”the reconstitution of figurative objects from shifting perspectives.]]></description>
<dc:creator>artecapital.art</dc:creator>
<dc:date>2026-06-17</dc:date>
<dc:subject><![CDATA[TRANSFIGURACIÃ“N]]></dc:subject>
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<title><![CDATA[JOANA VASCONCELOS | TRANSFIGURACIÃ“N]]></title>
<link>http://artecapital.art/criticas.php?critica=957</link>
<description><![CDATA[As obras, que condensam um percurso de 30 anos do trabalho da artista, encontram-se reunidas sob o conceito de <i>TransfiguraÃ§Ã£o</i>. O tÃ­tulo, que remete ao episÃ³dio bÃ­blico da transfiguraÃ§Ã£o de Jesus Cristo, substituiu uma primeira escolha de carÃ¡cter mais nacionalista que nomearia a exposiÃ§Ã£o de Portugal. Entre sublinhar o carÃ¡cter culturalista e nacional do trabalho da artista, a curadoria acabou por optar por aquilo que considerou ser o ponto de encontro entre Vasconcelos e Picasso: o processo de transfiguraÃ§Ã£o das coisas â€” a transformaÃ§Ã£o dos objetos figurados, recriados sob uma nova Ã³tica.]]></description>
<dc:creator>artecapital.art</dc:creator>
<dc:date>2026-06-17</dc:date>
<dc:subject><![CDATA[TRANSFIGURACIÃ“N]]></dc:subject>
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<title><![CDATA[THE DUERCKHEIM COLLECTION X SERRALVES | VEXATION OF SPIRIT]]></title>
<link>http://artecapital.art/criticas.php?critica=956</link>
<description><![CDATA[<i>NÃ£o quero divertir-vos, quero despertar-vos!</i> Ã‰ com esta afirmaÃ§Ã£o, em forma de aviso, proferida por Christian Duerckheim (1944), durante a conferÃªncia de imprensa da exposiÃ§Ã£o <i>Vexation of Spirit. The Duerckheim Collection x Serralves</i>, que o colecionador alemÃ£o sublinha a real intenÃ§Ã£o da mostra patente no Museu de Arte ContemporÃ¢nea de Serralves. Num convite Ã  reflexÃ£o do pÃºblico sobre a urgÃªncia e complexidade da HistÃ³ria atual, as cerca de noventa obras de trinta e quatro artistas poderÃ£o, segundo o colecionador: ajudar a fornecer uma orientaÃ§Ã£o sobre os riscos e perigos que enfrentamos.]]></description>
<dc:creator>artecapital.art</dc:creator>
<dc:date>2026-06-15</dc:date>
<dc:subject><![CDATA[VEXATION OF SPIRIT]]></dc:subject>
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<title><![CDATA[MUZEU | PENSAMENTO E ARTE CONTEMPORÃ‚NEA]]></title>
<link>http://artecapital.art/criticas.php?critica=955</link>
<description><![CDATA[O Muzeu pretende apresentar-se como <i>Ã¡gora</i> contemporÃ¢nea, espaÃ§o de cruzamento entre arte, filosofia, mÃºsica, performance e intervenÃ§Ã£o cÃ­vica um pouco talvez na linha de Habermas com a ideia de â€œesfera pÃºblicaâ€, ou seja, um museu nÃ£o Ã© apenas um lugar de contemplaÃ§Ã£o estÃ©tica, mas pode funcionar igualmente como um espaÃ§o de deliberaÃ§Ã£o pÃºblica. Habermas, no entanto, foi bastante crÃ­tico da crescente influÃªncia dos interesses econÃ³micos sobre os espaÃ§os pÃºblicos. Um museu privado financiado por um grande grupo empresarial poderia ser visto como um espaÃ§o parcialmente condicionado pelos interesses e pela visÃ£o do seu fundador. A pergunta habermasiana seria esta: quem define os temas do debate? Quem estabelece os limites da crÃ­tica?]]></description>
<dc:creator>artecapital.art</dc:creator>
<dc:date>2026-06-10</dc:date>
<dc:subject><![CDATA[PENSAMENTO E ARTE CONTEMPORÃ‚NEA]]></dc:subject>
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<title><![CDATA[BIENAL DE ARTE DE VENEZA DE 2026 | IN MINOR KEYS]]></title>
<link>http://artecapital.art/criticas.php?critica=953</link>
<description><![CDATA[A Bienal de Veneza de 2026 comeÃ§ou no dia 5 de Maio, Dia da Cultura LusÃ³fona. Esta coincidÃªncia de calendÃ¡rio revelou a memÃ³ria como tema unificador da lusofonia. Os vÃ¡rios participantes exprimiram diferentes aspectos de uma cultura global, embora assumidamente reveladora das especificidades locais.]]></description>
<dc:creator>artecapital.art</dc:creator>
<dc:date>2026-05-31</dc:date>
<dc:subject><![CDATA[IN MINOR KEYS]]></dc:subject>
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<title><![CDATA[ROSA BARBA | DRAWING VOCABULARIES]]></title>
<link>http://artecapital.art/criticas.php?critica=951</link>
<description><![CDATA[ENG]]></description>
<dc:creator>artecapital.art</dc:creator>
<dc:date>2026-05-21</dc:date>
<dc:subject><![CDATA[DRAWING VOCABULARIES]]></dc:subject>
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<title><![CDATA[ROSA BARBA | DESENHAR VOCABULÃRIOS]]></title>
<link>http://artecapital.art/criticas.php?critica=950</link>
<description><![CDATA[Barba trabalha, sobretudo, a relaÃ§Ã£o imbricada do cinema, a escultura e a arquitetura, reinventando a forma cinÃ©tica em experimentaÃ§Ãµes de cinema expandido. Suas exibiÃ§Ãµes caracterizam-se por uma abertura da maquinaria fÃ­lmica para tornÃ¡-la um artefacto ao mesmo tempo escultural e arquitetÃ³nico: Barba revela e modifica o funcionamento da mÃ¡quina projetiva; experimenta e reorganiza suas peÃ§as; e pÃµe-nas a trabalhar sinfonicamente com o espaÃ§o.]]></description>
<dc:creator>artecapital.art</dc:creator>
<dc:date>2026-05-21</dc:date>
<dc:subject><![CDATA[DESENHAR VOCABULÃRIOS]]></dc:subject>
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<title><![CDATA[COLECTIVA | UM SILABÃRIO POR RECONSTRUIR IV]]></title>
<link>http://artecapital.art/criticas.php?critica=948</link>
<description><![CDATA[Submetida a uma temÃ¡tica especifica, JosÃ© MaÃ§Ã£s de Carvalho elegeu como mote de Um SilabÃ¡rio por Reconstruir considerar a obra de arte visual por analogia Ã  obra literÃ¡ria, numa relaÃ§Ã£o entre a palavra e a imagem â€“ o dizÃ­vel e o visÃ­vel â€“ apresentando como leitmotiv a existÃªncia de um potencial narrativo em todas as obras. A partir dos universos artÃ­stico e literÃ¡rio â€“ incluindo elementos paratextuais â€“ observamos a diversidade de peÃ§as que compÃµem a exposiÃ§Ã£o que entre pintura, desenho, bordado, escultura, vÃ­deo e instalaÃ§Ã£o, sugerem uma leitura narrativa.]]></description>
<dc:creator>artecapital.art</dc:creator>
<dc:date>2026-05-20</dc:date>
<dc:subject><![CDATA[UM SILABÃRIO POR RECONSTRUIR IV]]></dc:subject>
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