O seguinte guia de eventos é uma perspectiva prévia compilada pela ARTECAPITAL, antecipando conferências, seminários, cursos ou outras iniciativas. Envie-nos informação (press-release, programa e imagem) dos próximos acontecimentos. Seleccionamos três eventos periodicamente, divulgando-os junto dos nossos leitores.
MARIA DO CéU GUERRA E TERESA COUTINHO
PODIA SER NA TATE MAS É AQUI
SãO LUIZ TEATRO MUNICIPAL
Rua António Maria Cardoso, 38
1200-027 LISBOA
29 JUN - 29 JUN 2026
CONVERSA: segunda-feira, 29 de junho, às 18h30, no Teatro São Luiz, na sala Bernardo Sassetti
Ciclo de conversas PODIA SER NA TATE MAS É AQUI
Curadoria de André e. Teodósio/Teatro Praga
Sessão 29 de junho | Convidadas: Maria do Céu Guerra e Teresa Coutinho
O último PODIA SER NA TATE MAS É AQUI com curadoria de André e. Teodósio/Teatro Praga, será na segunda-feira, 29 de junho, às 18h30, no Teatro São Luiz, na sala Bernardo Sassetti, as últimas convidadas são Maria do Céu Guerra e Teresa Coutinho. Este ciclo de conversas começou com dois homens; portanto, fazia sentido que se encerrasse com duas mulheres. E duas mulheres incontornáveis! Maria do Céu Guerra e Teresa Coutinho, encenadoras e atrizes únicas na história do teatro em Portugal, partilham, para além do teatro, um elo essencial: a poesia — enquanto forma literária e como metáfora da sua prática artística. Ambas com obra literária publicada, encontram no teatro um espaço de liberdade e de participação ativa na construção de um mundo-por-vir. Nos seus percursos, a poesia não é apenas palavra: é corpo, é memória, e a suas histórias vividas e partilhadas. Entrada livre, bilhetes disponíveis no próprio dia a partir das 17h30.
“Podia ser na Tate mas é aqui” é um ciclo de conversas com artistas fundamentais do teatro contemporâneo em Portugal. A partir do seu trabalho de pesquisa em torno da história do teatro, André e. Teodósio convida dois artistas contrastantes para conversar sobre os seus espetáculos, as suas influências, as suas inquietações, o diálogo que estabelecem com os seus pares, a relação com o país e os públicos e também com o que não gostam. De entrada gratuita, estes encontros pretendem registar na primeira pessoa os fluxos de pensamento ao longo das histórias dos artistas, desencadear discussão em torno do que se vê e sente, envolvendo toda a gente num diálogo qualificado e sem parcimónia. Há que aproveitar esta assembleia no bairro para trocar ideias e pedir autógrafos aos artistas!