NUNO FARIA, RUI SANCHES, TERESA SEGURADO PAVãO E VASCO FUTSCHER1º Ciclo Expositivo de 2026MUSEU ARPAD SZENES - VIEIRA DA SILVA Praça das Amoreiras, 56 1250-020 LISBOA 02 MAI - 02 MAI 2026 VISITA REMATE ANTES DO FIM DO 1º CICLO: Sábado, 2 de Maio, à s 11h no Museu Arpad Szenes - Vieira da Silva Lotação de 40 pessoas Levantamento prévio do bilhete na receção do Museu, dia 2 de Maio, a partir das 10h00. 1º CICLO EXPOSITIVO Em 2026, o Museu Arpad Szenes – Vieira da Silva inaugura um novo ciclo expositivo que assinala uma mudança de paradigma no modo de habitar o espaço e de pensar a programação. Não se tratando da separação entre coleção permanente e exposições individuais, nem da lógica contÃnua de grandes projetos recentes, apresenta-se como um organismo uno, articulado em núcleos e intervenções. As obras aproximam-se, contaminam-se, ecoam entre si, deixando de existir como territórios separados para se tornarem campos de confluência. Entre pintura e escultura, desenha-se um programa que privilegia o olhar e a experiência Ãntima do visitante. Inaugurado a 10 de fevereiro, este ciclo integra uma programação anual que se estrutura em três momentos quadrimestrais, propondo leituras aprofundadas da coleção de Vieira da Silva e Arpad Szenes, em diálogo com projetos individuais de diferentes gerações. Ossaturas em esboço, processos, tentativas, desvios; a naturezamorta, a escala média e o trabalho de detalhe tornam-se lugares de experimentação em que a matéria se aproxima do corpo, um núcleo intitulado Arpad Szenes e Vieira da Silva: núcleos da coleção. No primeiro ciclo, a apresentação diacrónica de obras fundamentais da coleção convive com as propostas escultóricas de Rui Sanches e Teresa Segurado Pavão (Ensaios em Imobilidade e Movimento Secreto), a fisicalidade arquitetónica de Frida Baranek (Desafios/Defiances) com as peças cerâmicas de Vasco Futscher (Broken Mile) que oscilam entre vestÃgio arqueológico, objeto quotidiano e pintura expandida. Também as obras de Sara & André (Atelier, Lisbonne, na imagem à esquerda) e de Francisco Janes (Em Projeção – Mira Rio / Regada / Visão Solar), artistas integrantes da programação anterior, admitem desaguar no novo ciclo em jeito de continuidade necessária à leitura das restantes obras. Todos estes trabalhos, uns mais próximos da coleção permanente, outros deliberadamente mais autónomos, aprofundam a ambiguidade entre superfÃcie e volume, suspensão e peso, sugerindo novas formas de ver e de percorrer o Museu — que este ano revela uma nova sala, a Antecâmara, que pressagia uma extensão natural do espaço expositivo. |














