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Colapso


Silvestre Pestana
Galeria Municipal do Porto, Porto

4ª edição


F.E.R.A. - FEIRA DE EDIÇÕES REALIZADAS POR ARTISTAS
Fábrica da Criatividade, Castelo Branco

ARQUIVO:

O seguinte guia de eventos é uma perspectiva prévia compilada pela ARTECAPITAL, antecipando conferências, seminários, cursos ou outras iniciativas. Envie-nos informação (press-release, programa e imagem) dos próximos acontecimentos. Seleccionamos três eventos periodicamente, divulgando-os junto dos nossos leitores.

 


SILVESTRE PESTANA

Colapso




GALERIA MUNICIPAL DO PORTO
Palácio de Cristal Rua D. Manuel II
4050-346 PORTO

28 MAR - 28 MAR 2026


VISITA GUIADA: Sábado, 28 de março, às 16 horas, na Galeria Municipal do Porto


Exposição
Colapso
de Silvestre Pestana



Nesta visita guiada com o artista Silvestre Pestana, ficaremos a saber mais sobre as obras que apresenta em Colapso, a exposição que apresenta na GMP, com curadoria de João Laia.


Artista incontornável da arte contemporânea do Porto e figura pioneira da poesia visual, da performance, da videoarte e da arte eletrónica e digital, Silvestre Pestana desenvolve uma prática exploratória desde a década de 1960. Nesta nova exposição, com curadoria de João Laia, o artista irá ocupar o Piso 1 da GMP com uma nova instalação de grande escala, intitulada “Colapsoâ€, uma obra em que expande a sua análise rigorosa sobre os impactos e escombros da tecnologia na nossa sociedade.


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Silvestre Pestana (Funchal, Madeira, 1949) é uma das figuras mais radicais da arte contemporânea portuguesa. Poeta, artista plástico e performer, o artista criou desde os finais dos anos 1960 uma obra singular explorando uma grande diversidade de disciplinas. Emergindo de um grupo de poetas experimentais dos anos 1960, Pestana aliou as artes visuais à poesia como modo de resistir à censura. Regressado a Portugal em 1974 depois de vários anos em exílio político na Suécia, o artista desenvolveu uma gramática visual única que enquadra o corpo humano como parte de um circuito social, ideológico e tecnológico. As ações politizadas, colagens e fotografias dos anos 1970 e 1980 usam o seu corpo para ativar códigos linguísticos e não-linguísticos, ao mesmo tempo que fazem da poesia uma prática espacial e coreográfica. Usando a imagem em movimento como instrumento para a ação performativa e poética, Pestana tornou-se uma das figuras pioneiras da arte vídeo em Portugal. Desde o primeiro momento um utilizador das tecnologias mais recentes, nas últimas décadas Pestana tem recorrido à informática, a jogos de computador, drones, GIFs e avatares para construir novas expressões de resistência artística.