CARLA FILIPEHá Gente na Via - Volume 2 Arquitetura, Jardins e HortasCIRCO DE IDEIAS R. da Boavista 330 4050-102 PORTO 29 NOV - 29 NOV 2025 LANÇAMENTO DO LIVRO: 29 de Novembro às 16h, na livraria Circo de Ideias (referência Bairro da Bouça do arquiteto Álvaro Siza) Há Gente na Via - Volume 2 Arquitetura, Jardins e Hortas Livro de Artista de Carla Filipe Com apoio do programa Criatório da Ágora – Cultura e Desporto do Porto, E.M., S.A. O segundo volume do livro 'Há Gente Na Via', de Carla Filipe, é dedicado à arquitetura, jardins e hortas, composto por fotografia e texto e tem como foco principal o universo dos caminhos-de-ferro portugueses, partindo de um arquivo fotográfico da autoria de Carla Filipe, constituído entre 2005 e 2025. Com o cunho Editorial Concreta, o projeto conta com o apoio do programa Criatório da Ágora – Cultura e Desporto do Porto, E.M. e é lançado dia 29 de novembro, no Porto, na livraria Circo de Ideias, dia 29 de novembro, às 16h. Com textos de Ana Rute Faísca (“Na Trama da Exceção Ferroviária”) e Vincent Katz (“Poemas da Estação para Carla Filipe”), o design do livro é de Carla Filipe e Gonçalo Sena. Livro de artista O livro de artista é o médium expositivo escolhido para a apresentação de fotografias acompanhadas de textos diversificados, seguindo uma metodologia de metalinguagem que pretende colocar o tema em perspetiva e alargar o campo de reflexão através de novas significações discursivas. Retirada do vocabulário de ferroviários, a expressão “há gente na via” era entendida como um sinal de alerta, uma forma de garantir a segurança da linha do comboio. Proteger a via-férrea é mantê-la livre para a circulação de comboios, evitando acidentes ou atrasos na circulação. Atualmente, a circulação pedonal está circunscrita a um número muito reduzido de vias ferroviárias, com o acesso à linha-férrea progressivamente limitado por um sistema de segurança constituído por pontes, túneis e sinalética que minimizam a possibilidade de proximidade. O primeiro volume 'Há Gente na Via' foi publicado em 2022, com o apoio da Fundação Calouste Gulbenkian e Fundação EDP, numa coleção em formato de livro de artista. O formato livro de artista, suporte privilegiado no trabalho de Carla Filipe, dos inúmeros livros de artista destacam-se Há gente na Via Vol. I ( ed Pierre von Kleist, Lisboa, 20233) Imagens Sangradas (Consulado de Portugal em São Paulo, Brasil, 2016 ), Fascículos (Galeria Solar de Vila do Conde, Portugal, 2015) ; As Primas da Bulgária (Kunsthalle Lissabon, Lisboa, 2013) e Boletim-architecture (ed Concreta, Valencia, 2013). Os seus livros de artista estão na coleção Fundação EDP, Lisboa; Biblioteca do Museu de Serralves, Porto; MACBA, Barcelona e Museu Gulbenkian, Lisboa. ::: Carla Filipe (1973), artista plástica, vive e trabalha no Porto. Licenciada em Artes Plásticas (Escultura) e mestre em Práticas Artísticas Contemporâneas pela Faculdade de Belas Artes da Universidade do Porto. Foi cofundadora dos espaços Salão Olímpico (2003–2005) e O Projecto Apêndice (2006), ambos no Porto. Em 2009, participou numa residência artística na Acme Studios, em Londres, como bolseira da Fundação Calouste Gulbenkian. Realizou ainda residências na AIR Antwerpen (Antuérpia, 2014), na Robert Rauschenberg Foundation (Captiva, Florida, 2015) e na Galerie Krinzinger (Viena, 2017). Das inúmeras participações em exposições individuais e coletivas, destacam-se Código Civil ( Fundação Carmona e Costa, 2025) In my own Language i am Independente ( Museu de Serralves, Porto, 2023), Confissões de uma baptizada ( Centro de artes do arquipélago dos Açores, Ribeira Grande, S.Miguel, 2022) Amanhã não há arte (Maat, Lisboa, 2019), da cauda à cabeça (Museu Coleção Berardo, Lisboa, 2014), FARSA. Língua, fratura, ficção: Brasil–Portugal (SESC Pompeia, S. Paulo, 2020), Incerteza Viva (32.ª Bienal de São Paulo, 2016) e Mom, Am I Barbarian? (13.ª Bienal de Istambul, 2013). Em 2023 foi vencedora do Prémio desenho FLAD - Drawing Room (Lisboa) em 2011 foi selecionada para o Prémio Novos Artistas Fundação EDP (Lisboa). |















