Subscreva agora a ARTECAPITAL - NEWSLETTER quinzenal para saber as últimas exposições, entrevistas e notÃcias de arte contemporânea.
ARTECAPITAL RECOMENDA

Outras recomendações:
O mundo é tudo! Filósofos e outras máquinas
António Cerveira Pinto
Fórum da Maia, Maia

O Silêncio de Hefesto - Obras da Coleção de Arte Contemporânea do Estado
COLECTIVA
Arquipélago - Centro de Artes Contemporâneas, Ribeira Grande - Açores

ponto ponto linha linha plano cor
Victor Costa
Centro de Arte Oliva, S. João da Madeira

11.ª edição
LOOPS.EXPANDED
MNAC - Museu do Chiado , Lisboa

H is for History N is For Now
Miranda Pennell
Solar - Galeria de Arte Cinemática, Vila do Conde

Intervalo
Eduardo Matos
Estação Nova de Coimbra, Coimbra

Heterotopic Turbulences
Michael Najjar
Galeria Filomena Soares, Lisboa

Chuva de Verão
Obras da Coleção de Arte Contemporânea do Estado
Centro de Artes de Sines, Sines

Cultura do Corpo: Edição Porto + Para Voz
Augustas Serapinas e Lydia Ourahmane
Galeria Municipal do Porto, Porto

Era Uma Vez na América | Conversa de Corvos
COLECTIVA + Fariba Hajamadi
Pavilhão Julião Sarmento, Lisboa

ARQUIVO:
O seguinte guia de exposições é uma perspectiva prévia compilada pela ARTECAPITAL, antecipando as mostras. Envie-nos informação (Press-Release e imagem) das próximas inaugurações. Seleccionamos três exposições periodicamente, divulgando-as junto dos nossos leitores.
CéLESTE BOURSIER-MOUGENOT
from here to ear

MAAT
Av. de BrasÃlia, Central Tejo
1300-598 LISBOA
08 JUL - 31 AGO 2026


A partir de 08/07/2026 no MAAT Céleste Boursier-Mougenot from here to ear Curadoria de François Quintin Para esta que é a sua primeira exposição em Portugal, o artista francês Céleste Boursier-Mougenot apresenta uma das suas obras mais icónicas: from here to ear v.26. Enquanto compositor, Céleste Boursier-Mougenot organiza estruturas sonoras no espaço como se fossem partituras fÃsicas, trazendo a sua música naturalmente para o campo da arte contemporânea. Cria as condições para uma composição musical permanente que é, simultaneamente, aleatória e perfeitamente controlada. Nesta obra, os visitantes são convidados a percorrer uma sala preenchida por vinte guitarras elétricas tocadas por intérpretes pouco usuais: diamantes-mandarim – pequenas aves que pousam livremente sobre os instrumentos. Mais do que uma simples instalação sonora, a peça constitui, sobretudo, um desafio para alinharmos a nossa perceção, os nossos movimentos e o nosso comportamento com os destes intérpretes alados. Dois mundos, num único espaço, unem-se nas ressonâncias de uma música que nunca cessa de se desenrolar. Céleste Boursier‑Mougenot realizou numerosas exposições em instituições de prestÃgio em todo o mundo. Entre elas, destaque para a Pinacoteca de São Paulo (2009), o Barbican Centre, em Londres (2010), o Palais de Tokyo, em Paris, e o Centre Pompidou‑Metz (2015), o SFMOMA, em São Francisco (2017), e, mais recentemente, a Bourse de Commerce – Pinault Collection, em Paris (2025) e o Park Avenue Armory, em Nova Iorque (2026). Representou a França na 56.ª Bienal de Veneza, em 2015, com curadoria de Emma Lavigne.

|