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ARQUIVO:

O seguinte guia de exposições é uma perspectiva prévia compilada pela ARTECAPITAL, antecipando as mostras. Envie-nos informação (Press-Release e imagem) das próximas inaugurações. Seleccionamos três exposições periodicamente, divulgando-as junto dos nossos leitores.

 


PIZZ BUIN

Baahahal




CAPC - CÍRCULO DE ARTES PLÁSTICAS
Piso Térreo do Edíficio da Biblioteca Municipal Parque de Santa Cruz, Jardim da Sereia
3001-401 COIMBRA

27 MAI - 29 JUL 2023


INAUGURAÇÃO: 27 de Maio às 18h00


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Baaaaahh

Ah ah ah ah
Há papel para isto tudo?
O aço é duro
O osso é mole
Só sobrou cascalho
O pilim virou pudim
Nem cheta restou
Do restolho ao olho
O cascalho no fogo

E o cão?

ITA Ita ufa UFO


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Pizz Buin é o coletivo artístico de Rosa Baptista, Irene Loureiro, Vanda Madureira e Sara Santos, fundado em 2005 no contexto da Escola de Artes Plásticas da ESAD.CR, onde todas as artistas se licenciaram.

O seu percurso é marcado pela ação, onde a crítica e o humor são o principal medium para criticar os agentes e as lógicas do sistema artístico: a obra de arte e a sua sacralização, as referências anteriores ao objeto de arte, a situação vernissage, a estrutura expositiva institucional, os intermediários e a condição do artista. Na sua prática, é recorrente a participação de mais artistas, insistindo assim na colaboração entre a comunidade artística. São exemplos a participação com Hugo Canoilas, Vasco Costa, Na Senda da Raposa, Fernando Mesquita, Sara & André, Ana Bigotte, Rubene Ramos e Maria Pereira.

A primeira intervenção do coletivo foi em 2005 com Selling Art, ação durante a inauguração da exposição Pinturas Inglesas e outros Trabalhos, de Hugo Canoilas, no Palácio da Ajuda (Lisboa). Em 2007, fizeram parte da seleção do Prémio EDP Novos Artistas, no CACE Cultural do Porto, com o projeto CASA. Individualmente, em 2008 apresentaram no espaço Avenida (Lisboa), Metapelho: Momento I e Momento II, com o apoio da Fundação Calouste Gulbenkian; e em 2009, na Rock Gallery, Inferno: apareceu em Rio Tinto. Em 2009, participaram na Bienal de Vila Nova de Cerveira com Rádio Bandolim; e em 2019, no Festival Porta (Leiria) com Vénus em Fúrias. Em formato digital, em 2020 fizeram o podcast «Metapelho Redux» para o Teatro do Bairro Alto, em 2018 participaram na publicação Wrong Wrong, n.º 19, com Dar bandeira/Dar cana, e em 2021 apresentaram a peça sonora HRÖNIR OU KRÖNIR, na exposição coletiva Complexo Colosso, Parte II, no CIAJG. De momento, participam na exposição O Verdadeiro Lado da Manta, no Palácio Vila Flor (Guimarães) e estão a realizar o seu primeiro livro de artista com o apoio à edição da DGArtes.

A sua obra encontra-se representada na coleção de arte da Fundação EDP com CASA, e na Coleção de Arte Contemporânea do Estado Português com Inferno: apareceu em Rio Tinto.